segunda-feira, 28 de julho de 2008

O sol já nasceu – 22/07/08

O sol já nasceu
E hoje como sempre,
Nunca o mesmo céu
De cores e curvas
Já se encharcam os olhos admirados
Que alcançam esperanças
o aquecer que se inicia
Justificando nossa estadia
Enquanto a morte não nos adia
Os sentidos se mostram ali
Em manifestações extravagantes
Segue o monólogo da natureza
Que sem respostas,
De quando em quando clama em rebeldia
A multidão percorre despercebida
Contemplando suas verdades
Semeiam a colheita do rancor
Criando necessidades inexistentes
Torna-se muito menos gente
E mais gente pra que?
Já que nesse predestino
O tanto já nem se olha
Deixando quanto...
Quantas paixões não percebidas


Isis Petronella

2 comentários:

SOMOS disse...

Aiaiaiai
Mais uma vez a tradução de todos os sentimentos em palavras, que se encaixam, combinam, e expressam ...
Pasárgadense inteligente essa !!! Orgulho da mamãe hhahaha

Anônimo disse...

Palavras doces, palavras simples que demonstram toda a beleza que ainda existe no ser humano.

Parabéns pelo blog Pasárgadenses e com ele continuem.

Abraços de um novo leitor assíduo.

Gustavo.